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AMORES E CAFE EXPRESSO
POR WALNEI ARENQUE uma sociedade consumista e em plena era do "descartável" verifica-se que cada pessoa, dentro da realidade de sua renda, acaba consumindo muito mais coisas do que são necessárias e supérfluas.
Adquire-se um bem e imediatamente ele se desvaloriza, em termos de valor financeiro e em termos de valor sentimental. A moda faz esse processo se perpetue: o casaco de lã comprado no inverno passado, não satisfaz mais neste inverno e, portanto, compra-se outro.
O guarda-chuva comprado no verão será substituído por outro agora no início da primavera. O carro que acabou de ser adquirido, modelo 2001, já está velho e fica-se admirando outro. Enfim, os modismos e os costumes nos levam a querer possuir muitas coisas e esses desejos são tão fortes que nos impelem ao consumo imediato.
Os desejos e a pressa de consumo levam as pessoas a um egoísmo não pensado e a uma sensação insaciável por bens. Comprar cada vez mais e rapidamente . A bola de neve do desejo de consumo não se restringe aos bens materiais, se expande a lazer, cursos, viagens, livros, amigos, etc. Cada um tem o seu estilo de consumo próprio e dentro dele está o consumismo e o imediatismo. Como isso poderá estar influenciando no comportamento social e nos relacionamentos?
Pode-se observar que nossas relações também acabam por se tornar descartáveis. As palavras acabam por descrever uma relação amorosa como algo intencionalmente superficial: "fulano ficou com esta pessoa, tal teve um caso com outrem, eu estou em rolo com... "
Será que as pessoas também estão se tornando descartáveis em nossas vidas? Será que o desejo de felicidade e de amor ou companhia passam a ser nos dias atuais necessidades de consumo?
Precisamos consumir nosso namorado atual, que já estará ultrapassado no verão. Meu amigo de infância que agora ficou velho não está mais com nada, não serve mais. Meu primei ro marido se tornou o segundo e se tornará o terceiro no próximo ano pois, já estou de olho em um modelo mais novo!
Como será no futuro? Se hoje já se conversa virtualmente pela Internet e cada acesso a um site tenho um novo amigo? Entra-se na sala de bate-papo e se conversa sem saber com quem e se não nos agrada é só sair.Numa sociedade consumista e em plena era do "descartável" verifica-se que cada pessoa, dentro da realidade de sua renda, acaba consumindo muito mais coisas do que são necessárias e supérfluas.
Adquire-se um bem e imediatamente ele se desvaloriza, em termos de valor financeiro e em termos de valor sentimental. A moda faz esse processo se perpetue: o casaco de lã comprado no inverno passado, não satisfaz mais neste inverno e, portanto, compra-se outro.
O guarda-chuva comprado no verão será substituído por outro agora no início da primavera. O carro que acabou de ser adquirido, modelo 2001, já está velho e fica-se admirando outro. Enfim, os modismos e os costumes nos levam a querer possuir muitas coisas e esses desejos são tão fortes que nos impelem ao consumo imediato.
Os desejos e a pressa de consumo levam as pessoas a um egoísmo não pensado e a uma sensação insaciável por bens. Comprar cada vez mais e rapidamente . A bola de neve do desejo de consumo não se restringe aos bens materiais, se expande a lazer, cursos, viagens, livros, amigos, etc. Cada um tem o seu estilo de consumo próprio e dentro dele está o consumismo e o imediatismo. Como isso poderá estar influenciando no comportamento social e nos relacionamentos?
Pode-se observar que nossas relações também acabam por se tornar descartáveis. As palavras acabam por descrever uma relação amorosa como algo intencionalmente superficial: "fulano ficou com esta pessoa, tal teve um caso com outrem, eu estou em rolo com... "
Será que as pessoas também estão se tornando descartáveis em nossas vidas? Será que o desejo de felicidade e de amor ou companhia passam a ser nos dias atuais necessidades de consumo?
Precisamos consumir nosso namorado atual, que já estará ultrapassado no verão. Meu amigo de infância que agora ficou velho não está mais com nada, não serve mais. Meu primei ro marido se tornou o segundo e se tornará o terceiro no próximo ano pois, já estou de olho em um modelo mais novo!
Como será no futuro? Se hoje já se conversa virtualmente pela Internet e cada acesso a um site tenho um novo amigo? Entra-se na sala de bate-papo e se conversa sem saber com quem e se não nos agrada é só sair.Numa sociedade consumista e em plena era do "descartável" verifica-se que cada pessoa, dentro da realidade de sua renda, acaba consumindo muito mais coisas do que são necessárias e supérfluas.
Adquire-se um bem e imediatamente ele se desvaloriza, em termos de valor financeiro e em termos de valor sentimental. A moda faz esse processo se perpetue: o casaco de lã comprado no inverno passado, não satisfaz mais neste inverno e, portanto, compra-se outro.
O guarda-chuva comprado no verão será substituído por outro agora no início da primavera. O carro que acabou de ser adquirido, modelo 2001, já está velho e fica-se admirando outro. Enfim, os modismos e os costumes nos levam a querer possuir muitas coisas e esses desejos são tão fortes que nos impelem ao consumo imediato.
Os desejos e a pressa de consumo levam as pessoas a um egoísmo não pensado e a uma sensação insaciável por bens. Comprar cada vez mais e rapidamente . A bola de neve do desejo de consumo não se restringe aos bens materiais, se expande a lazer, cursos, viagens, livros, amigos, etc. Cada um tem o seu estilo de consumo próprio e dentro dele está o consumismo e o imediatismo. Como isso poderá estar influenciando no comportamento social e nos relacionamentos?
Pode-se observar que nossas relações também acabam por se tornar descartáveis. As palavras acabam por descrever uma relação amorosa como algo intencionalmente superficial: "fulano ficou com esta pessoa, tal teve um caso com outrem, eu estou em rolo com... "
Será que as pessoas também estão se tornando descartáveis em nossas vidas? Será que o desejo de felicidade e de amor ou companhia passam a ser nos dias atuais necessidades de consumo?
Precisamos consumir nosso namorado atual, que já estará ultrapassado no verão. Meu amigo de infância que agora ficou velho não está mais com nada, não serve mais. Meu primei ro marido se tornou o segundo e se tornará o terceiro no próximo ano pois, já estou de olho em um modelo mais novo!
Como será no futuro? Se hoje já se conversa virtualmente pela Internet e cada acesso a um site tenho um novo amigo? Entra-se na sala de bate-papo e se conversa sem saber com quem e se não nos agrada é só sair.
Escrito por WALNEI ARENQUE às 22h23
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cinematerapia
Quem nunca se surpreendeu ao se ver irado na sala de cinema, torcendo pelo castigo do vilão? E quem nunca se debulhou em lágrimas quando, finalmente, a mocinha conseguiu se casar com o mocinho no final da trama? Você já teve a estranha sensação de que a história contada nas telas de cinema retratava alguns dilemas da sua vida? O fato de nos emocionarmos com a trama retratada nas telas é extremamente comum e, atualmente, o cinema é visto pelos psicólogos como um importante instrumento no estudo das emoções e tem sido adotado com um auxílio no estudo da psicoterapia. Mensalmente, o Hospital e Maternidade São Cristóvão, localizado no bairro da Mooca, em São Paulo, realiza uma sessão de cinematerapia em que discute com os participantes alguns aspectos psicossociais, como os comportamentos emocionais e físicos, adoecimentos, tratamentos e até os relacionamentos entre pacientes, familiares e profissionais de saúde. O p sico-oncologista do Hospital e Maternidade São Cristóvão, doutor em psicologia da educação e especialista em luto Marcelo Gianini já participou da exibição de 18 filmes, que somam um total de mais de 600 participantes. Os temas abordados variam entre questões familiares, conflitos de geração, envelhecimento, perdas, mudanças e até o luto, o adoecimento, os preconceitos e a espiritualidade. "Desenvolvo essa estratégia para que as pessoas trabalhem cognitivamente sobre uma situação. Elas aprendem a pensar em novas maneiras de agir e isso ajuda na reflexão sobre os padrões comportamentais adotados na atualidade". Para a psicóloga Walnei Arenque, a técnica é eficaz na medida em que o paciente e o terapeuta discutem no divã quais os pontos do filme marcaram ou revelaram algo de novo no comportamento. "A pessoa deve estar atenta às sensações e aos sentimentos que foram despertados ao assistir ao filme.", avisa. Ela costuma receitar diversas obras cinematográficas a seus pacientes. "Com tantas questões de relacionamentos que percebo em meu consultório, recomendo muito o filme Perdas e Danos, dirigido por Louis Malle. No filme, por conta de uma paixão, um homem transforma a sua vida, antes sem graça e estabilizada, trabalhando a figura mítica do pai. Outra indicação da psicóloga é O Advogado do Diabo, dirigido por Taylor Hackford e estrelado por Keanu Reeves e Al Pacino."Esta obra é uma verdadeira metáfora sobre o excesso de vaidade, tão presente nos tempos atuais", aconselha a psicóloga. | Foto: Getty Images |  | | |
Muito utilizada nos Estados Unidos, a cinematerapia traz um processo de identificação com o personagem ou com a história e tem por finalidade um encontro do momento visto na tela com o momento vivido na realidade. Ao pôr o agente da história como telespectador, o cinema atua como terapia ao auxiliar pessoas a se distanciarem do fato na vida real, podendo analisar melhor as suas dificuldades e examinar a melhor maneira de superá-las.
O princípio da cinematerapia foi inspirado no teatro grego que, por meio da representação dramática, é capaz de proporcionar uma espécie de libertação emocional. Segundo o filósofo grego Aristóteles, a catarse é o processo no qual o espectador sofre uma descarga de desordens emocionais obtidas através da jornada do herói nas telas e liberta-se de seus conflitos pessoais, revivendo suas experiências e atingindo um estado de tranqüilidade perante a vida.
Para o doutor em psicologia Jacob Gold berg, autor do livro Psicologia em Curta-metragem, "assistir a um filme é muito mais do que uma simples distração". Na obra, o autor faz uma análise comportamental de diversos filmes, como Matrix, Dois Filhos de Francisco, O Segredo de Brokeback Mountain, Meu Nome Não é Johnny e Tropa de Elite.
Goldberg afirma que, ao assistir a uma história contada por meio de um filme, o telespectador deixa o seu mundo repleto de problemas pessoais para viver uma outra realidade, navegando por meio de novas emoções. Desta forma, as pessoas acabam incorporando um personagem em seu dia-a-dia e seguem um roteiro inconscientemente, passando a ser atores de sua própria história. "Todo mundo constrói seu filme e ninguém consegue escapar do script", afirma do psicoterapeuta.
No livro Cinematerapia para a alma, da Verus Editora, as autoras Nancy Penske e Beverly West apresentam um novo olhar sobre diversos títulos do cinema cl ássico e moderno. Dividido em dez partes, o livro traz, em capítulos, uma relação de filmes para você brilhar, para você se reerguer, para encontrar a alma gêmea, entre outros temas, com títulos que vão de Harry Potter a Filadélfia, passando por Frida, O Mágico de Oz e Silêncio dos Inocentes.
Ao assistir a uma obra cinematográfica, a psicóloga Mariza Jorge aconselha o telespectador a ficar atento às suas reações durante a sessão de cinema, observando se fica muito tenso, se chora, ou se fica deprimido ao término do filme. Confira abaixo algumas obras recomendadas pelos psicólogos:
Terapia na telona As obras cinematografias podem ser úteis ao lidar com emoções como:
- Tristeza - o filme Duas vidas, com Bruce Willis no elenco, mostra uma nova maneira de avaliar as escolhas tomadas ao longo da vida, dando motivação para que as pessoas ajam de acordo com seus sonhos.
Outra recomendação é Em Busca da Felicidade, estrelado por Will Smith. Na trama o personagem passa por diversas dificuldades até atingir o seu objetivo, dando um exemplo de perseverança e força de vontade.
- Ansiedade - a obra Cidade dos Anjos, com Nicolas Cage e Meg Ryan, apresenta uma trama repleta de romantismo, na qual um homem não mede esforços para viver um amor verdadeiro.
- Solidão - vencedor do Oscar de melhor roteiro original Telma e Louise, com Susan Sarandon e Geena Davis, ressalta o valor da amizade, através da aventura de duas amigas que decidem passar um fim de semana nas montanhas do centro-oeste norte-americano. Outra opção é Antes de Partir, com Jack Nicholson, Morgan Freeman e Sean Hayes no elenco. O filme retrata a amizade entre pessoas de personalidades opostas que encontram o valor da vida, ao perceberem que estão com os dias contados.
- Baixa auto-estima - também vencedor do Oscar de melhor roteiro original, o filme Pequena Miss Sunshine mostra, com muito humor, como os padrões de comportamento e beleza impostos pela sociedade são efêmeros e ressalta a união de uma família formada por diferentes personalidades que se complementam.
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Escrito por WALNEI ARENQUE às 21h34
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estou deprimido?
por - Walnei Arenque  A depressão é uma doença que compromete o corpo, o humor e os pensamentos. O custo do sofrimento humano, não pode ser avaliado, pois é uma doença que poucas pessoas conhecem e a compreendem. É muito comum o depressivo ficar andando de médico em médico para ter um diagnóstico, isto porque ele sempre vai ao médico pelas dores físicas e não pelas emocionais. Muitas vezes por sentirem muitas dores no peito, vão ao cardiologista e por terem um diagnóstico de saúde no coração, eles não acreditam e vão de um a outro. As fantasias que se criam em um paciente depressivo vai de câncer a AIDS, aumentando cada vez mais seu sofrimento. Isto sem falar no sofrimento familiar que, por não conhecer a doença, muitas vezes acha que a pessoa está "com frescura", "chiliqui" podendo sair desta "fossa" sozinha. A maioria das pessoas com depressão não costumam pedir ajuda, o que leva a um maior sofrimento e aumento dos sintomas. E sem tratamento adequado os sintomas podem durar dias, semanas, meses até anos. Estima-se que 8% das pessoas adultas sofram de um episódio depressivo uma vez na vida. Existem vários fatores que podem desencadear uma depressão, fatores estes bio-psico-sociais, tais como: pessoas com baixa auto-estima, que vêem o mundo com pessimismo, que se abatem com o stress, um falecimento importante, conflitos de relacionamentos, dificuldades financeiras, uma doença crônica. O importante é ficar atenta às mudanças de humor e pedir ajuda para alguém próximo. Não fique com seus sintomas sozinho. Alguns sintomas: - tristeza persistente, ansiedade ou sensação de vazio; - sentimento de desesperança, pessimismo, sentimento de culpa, inutilidade, desamparo; - perda de interesse ou prazer em passatempos e atividades que anteriormente causavam prazer, incluindo atividade sexual; - insônia, despertar matinal precoce ou sonolência excessiva; - perda do apetite e/ou de peso, ou excesso de apetite e ganho de peso; - diminuição da energia, fadiga, sensação de desânimo; - idéias de morte ou suicídio, tentativas de suicídio; - inquietação, irritabilidade; - dificuldade para se concentrar, recordar e tomar decisões; - sintomas físicos e persistentes que não respondem a tratamento; como por exemplo, dor de cabeça, digestiva, dor crônica, etc. O tratamento inicia-se com intervenções psicoterapêuticas e, caso necessário, será feita indicação de um médico psiquiatra que solicitará exames físicos e fará uma intervenção medicamentosa. Existem medicamentos de ultima geração (anti-depressivos), que sendo indicado pelo psiquiatra com certeza ajudará muito. O que não ajuda o paciente é o tabu que existe em torno das medicações, muitas vezes o paciente e seus familiares "não acreditam" que o paciente tem depressão e que existe sim, uma medicação. O que não se pode nem se deve é fazer a auto medicação e o auto-diagnóstico. O medico é quem deve nos orientar. As intervenções são muito importantes para o paciente, como para a família, que passa a ter conhecimento da doença e formas de ajudá-lo. Não fique desesperançado... os médicos, psicólogos com certeza irão ajudar você, indicando quais caminhos você devera seguir. Não desanime, procure ajuda, caso conheça alguma pessoa com depressão, vamos lá, arregace suas mangas e incentive a procura de um médico psiquiatra ou um psicólogo.
Escrito por WALNEI ARENQUE às 18h25
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mudança de vida
Mudança de vida por Walnei Arenque por - Walnei Arenque 
Nós seres humanos normais, sempre que nos deparamos com a necessidade de uma mudança na vida , sempre estamos resistentes e, caso você entenda, “ausentes”. Sim, ausentes. Nós temos a pretensão de ficarmos ausentes na tentativa de rever nossas coisinhas. Ausentes porque negamos a necessidade urgente.... Acontece que a vida nos prega as maiores peças, por isso ela é maravilhosa. Quando a necessidade de mudança aparece, não adianta, o melhor a fazer é refletir, elaborar, verificar. Empurrar com a barriga é que não vai adiantar... Quando a mudança esta na ordem da afetividade, aí sim, nos sentimos pegos. Porque será que insistimos tanto num relacionamento que esta pra lá de deteriorado? Acredito que ficamos reféns das nossas falsas esperanças, sempre acreditando que algo vai mudar, algo vai acontecer. Ilusão. O que é é! Um relacionamento falido não vai mudar assim, magicamente. Não se engane. Isso mesmo, não se engane, não fique ausente para você mesmo. Tudo se torna mais simples quando não ficamos débeis. Ouço muitas reclamações a respeito do companheiro, porque o companheiro isso, o companheiro aquilo. Mas você mesmo fazer uma mudança de vida, nada. As mudanças são necessárias, são na verdade NOSSA SALVAÇÃO! Não tenha medo, não paralise. Não fique ausente na sua vida!
Escrito por WALNEI ARENQUE às 18h23
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hora de reorganizar valores
Hora de reorganizar valores por - Walnei Arenque
“Deixe a vida me levar”, embalados pelo ritmo contagiante desta letra de música, destes versos, nós repetimos e repetimos este slogan e, animados, passamos quase a acreditar que ele nos faz descobrir o segredo do viver bem. Só que, de repente, paramos para meditar sobre o conte do refrão e ... levamos um grande susto. Qualquer um de nós reconhece que a vida tem surpresas que, independente de planos; aparecem em um contexto inexplicavelmente bom ou ruim, mas ... daí a deixar a vida nos levar, é demais! Existem pessoas assim, eu mesma conheço muitas que deixam a vida levá-las; no entanto, particularmente, acredito que sou eu quem deve levar a vida! Claro, na medida das minhas certezas e com a minha impotência. Posso assegurar que os chavões são maravilhosos; eles nos encantam nos seduzem, fazem lembrar liberdade! E quem não quer a tal liberdade? Além do mais, confessemos a nós mesmos, a vida significa perdas e ganhos, frustrações, alegrias, compromisso, ética, moral, valores, realizações e sonhos ... e, nestes pequenos, porém intensos sentidos que compõem a vida, não podemos ser tão irresponsáveis a ponto de deixar que a vida nos leve. Para que se tenha um viver integro, intenso e verdadeiro, temos SEMPRE que reorganizar nossos valores. Isto sim é viver intensa e inteligentemente! Pensando bem, talvez esteja mesmo na hora de a gente revisar, reavaliar e reorganizar... Melhor ainda, melhor reavaliá-los todos os dias e nada de se eximir de nossas responsabilidades.
Escrito por WALNEI ARENQUE às 18h22
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poesia
saudade por walnei arenque
Falta-me teus carinhos, Que chegam de mansinho... Falta-me suas mãos, Que acalentam meu coração... Que me fazem gemer sem dó... Que saudade!
Falta-me tua voz, Rouco como ... Falta-me sua boca, Que me beija louca... Falta-me sua pele, Branca como neve... Falta-me seu cheiro, Que depois, ficava no meu corpo inteiro...
Falta-me seu pensamento, Que transformava meu movimento... Faltam-me teus cuidados Que se faziam tão delicados. Faltam-me seus olhos, Que se faziam imóveis. Falta-me sua visão, Que me tirava da contramão... Falta-me seu coração, Que me tirava os pés do chão... Falta-me sua intensão Que me causavam a excitação! Que saudade!
Escrito por WALNEI ARENQUE às 18h20
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timidez
Timidez Por Walnei Arenque “O que vão pensar de mim?” Você está sempre com essa pergunta na cabeça? Pois saiba que essa é a pergunta que mais fica atormentando a cabeça de um tímido! Existem várias definições científicas para a timidez, porém vou citar meu querido e inseparável AURÉLIO. Timidez: pessoas que tem dificuldade de relacionar-se com outrem, acanhado, retraído. É bem possível que você esteja lendo esta matéria e se identificando mas, considere que todo ser humano, num momento ou noutro, numa situação ou noutra sempre fica um pouco tímido. Fique tranqüilo, do ponto de vista clínico não é a timidez considerada uma doença, claro, desde que não esteja em num nível exacerbado. Neste caso, aí sim, temos um questão mais precária, pois pode levar a uma reclusão, solidão, uma fuga social. Todo e bom tímido em situações quaisquer ou determinadas ficam com o rosto vermelho, sudorese, tremor, taquicardia, medo de critica, de ser foco de alguma situação, chegando ate mesmo a ter um medo irracional, e a pergunta sempre na cabeça, o que vão pensar de mim? Além do próprio julgamento pejorativo que você vai fazendo de si própria. Agora, aqui pensando um pouco, o que realmente importa o que vão pensar de você? Porque será que temos sempre que satisfazer a expectativa do outro? Você é o que é e, ninguém é melhor ou pior que você... Somos humanos, simples ... Vamos então ver algumas dicas para tentar driblar a timidez: - Se acalme, não acredite que o mundo inteiro esta olhando para você, respire fundo. Mesmo que você esteja numa situação em que é foco, pode acreditar muitas pessoas estarão absortas em seus próprios pensamentos ou inseguranças; - Não se julgue; - Sorria sempre, apenas se mostre cordial; - Foque na pessoa, no assunto, não no mundo; - Tire a pergunta da cabeça, o que vão pensar de mim, não se questione; - Solte quem você realmente é. Aceite-se. Não tente imitar ninguém; - Procure um assunto que lhe interessa de verdade e procure cursos relacionados a este assunto, assim você estará iniciando sua segurança com pessoas que tem as mesmas afinidades que você; - Quando te convidarem para festas, bate-papos e reuniões não invente desculpas para faltar, faça um esforço e vá; - Não fique atenta a seus defeitos, lembre-se que todos os temos, e você não é diferente de ninguém; - Ria de si mesmo; adoro esta parte ... - Seria muito interessante você sempre peneirar melhor as críticas que receber e não ficar tão suscetível a elas; - Nunca, jamais utilizar drogas ou tomar bebidas alcoólicas para se desinibir, isso sim seria um erro grotesco. Agora caso você começar se sentir mal fisicamente, tiver tonturas ou náuseas e não der conta disso sozinha, busque ajuda de um psicólogo. Ele poderá te orientar. Devemos sempre buscar ajuda quando temos uma dor que não suportamos. Sejamos também humildes!
Escrito por WALNEI ARENQUE às 18h16
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Então a culpa é do outro?
Por Walnei Arenque Pelo que se vai se vendo por aí, parece que a culpa é inerente ao Humano e colocar a culpa no outro, também. Tudo começa em Gênesis, no inicio, no jardim do Eden. Adão diz que não foi culpa sua e sim de Eva, Eva por sua vez disse que a culpa foi da serpente, se perguntado a serpente aposto que ela teria culpado o próprio Criador. E assim caminha a humanidade... A culpa sempre é da mãe, do pai, do professor, do médico, do outro cônjuge,etc etc , porém minha, jamais! Imaginamos, muitas vezes, que nossa dor emocional ou nossos sofrimentos surgem sempre da ação de outros. Porém, a verdade seja dita, não são os outros ou outras coisas que nos causam a infelicidade. Somos nós mesmos, sim, você é quem produz esta dor emocional. Pessoas já bem mais conscientes, esclarecidas aceitam o sofrimento como algo a se “descobrir”, isso mesmo, pensam por que estou nesta condição? O que me levou a passar por esta situação? Por que não mudo? Que prazer é este que estou tendo com minha dor? Visto que você não muda de posição, fica na esfera da dor emocional, deve então estar tendo algum tipo de ganho. Mas é claro, a culpa é sempre do outro... Não sou feliz porque meu marido não me dá atenção, não sou feliz porque minha professora me persegue, não sou feliz porque não tenho namorado, até mesmo coloca-se a culpa em Deus! E quem disse que Deus quer seu sofrimento? Você é que esta aí parada sem fazer nada, só falando das mazelas de sua vida e pondo a culpa no outro. Depois as pessoas comentam “aí coitadinha, o marido dela é péssimo” e, todos ficam com uma peninha de você! Coitada! De qualquer forma, parece que temos sempre a necessidade de sermos a vítima de uma situação. Nunca chegou perto de mim alguém e disse: “EU puxei o tapete de fulano”. “EU traio cicrano”. “EU fiz a opção errada.” Aliás, eu nunca faço a opção errada! Foi o outro que mudou!Eu nunca erro! Eu sei o que estou falando! Eu sempre fui sincera! Eu sempre fui “Boazinha”! Estas sim são palavras e frases que usamos. Sou inocente e a culpa é do outro. Simples assim. Relaxa por a culpa no outro, né? È bom você começar a rever as situações, não dê para o outro o que é seu, nem mesmo a culpa. Você está porque você quer, tem porque você quer, sofre porque você quer. Nikos Kazantzakas uma vez disse: “Temos nosso pincel e tintas – pintemos o paraíso, e entraremos nele ou podemos nós mesmos pintar o inferno e fazer parte dele.” Se optarmos, verdadeiramente, a não ser desta forma ou daquela, se optamos por menos dor sentimental, devemos compreender que a opção é nossa, tanto de ficarmos nesta situação ou sairmos dela. Portanto culpar nossos amigos, familiares, professores e Deus não levara a nada só a sua auto piedade e busca da condição de vitima, fora que relaxa, né? Os fatos não acontecem por episódios, capítulos, acontecem pela história toda, do começo, como em Gênesis
Escrito por WALNEI ARENQUE às 20h14
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Nossas inquietudes  Por – Walnei Arenque
A vida, ás vezes, nos parece muito complicada, cheia de dissabores. Na maioria das vezes estamos sempre reclamando disto ou daquilo. As nossas insatisfações quando não estão na ordem de um acontecimento objetivo, como por exemplo, meu emprego esta muito desgastante ou mesmo não me dou bem com meu vizinho, as nossas insatisfações podem estar na ordem do subjetivo, como por exemplo, estou com alguma insatisfação porem não sei em que. Eu chamo isso de “mal estar”, “inquietude”, etc. Cada um pode dar o nome que lhe vier à cabeça. O mais importante é saber que não se trata de um problema vivido, mas sim de um “problema sentido”. Aí é que fica difícil, né? Muitas vezes estamos mal, inquietos e, quando vamos comentar com alguém, ouvimos sempre a mesma resposta: - Mas esta tudo bem com sua vida, você tem “tudo”, eu não sei como pode estar se sentindo mal. Podemos pensar no que seria este “tudo”, parece que ter um pouco de estabilidade econômica, não ter nenhum falecimento na família, não ter problemas familiares, ter um tanto de estudo e, outras tantas coisas, nos levam imediatamente a estarmos bem, satisfeitos. Mera ilusão! Podemos ter “tudo”, e estarmos inquietos ou com aquele “mal estar”, porque não? Somos Humanos e temos nossos conflitos internos, às vezes conscientes outras vezes inconscientes o que poderá nos levar ao “mal estar”. Estamos sempre tentando fugir á nossa condição de Seres Humanos, são os Seres Humanos, que eu saiba, é que vivem conflitos, independente de ter “tudo” ou não, o que diferencia um Ser Humano do outro é a intensidade com que se vive o conflito, o mal estar. Caso você esteja num momento de “mal estar” e, sente necessidade de saber o que esta acontecendo, de verdade, melhor que encher os ouvidos de seus amigos com suas inquietudes, faze-los de psicanalistas, nada melhor do que procurar ajuda de um profissional para ajudá-lo a esclarecer o que esta acontecendo. É mais simples do que ficar remoendo seus pensamentos e inquietudes sozinha. Ninguém poderá viver nossas inquietudes, mas um bom profissional poderá compartilhar seguramente e verdadeiramente.
Escrito por WALNEI ARENQUE às 15h25
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